Letra: Iron Maiden - Empire Of The Clouds (Tradução)



Empire Of The Clouds / Império nas Nuvens
Álbum: The Book Of Souls (2015)
Bruce Dickinson

To ride the storm, to an empire of the clouds
To ride the storm, they climbed aboard their silver ghost
To ride the storm, to a kingdom that will come
To ride the storm, and damn the rest, oblivion

Royalty and dignitaries, brandy and cigars
Grey lady giant of the skies
You hold them in your arms

The millionth chance they laughed
To take down his majesty’s craft
To india they say magic carpet float away
An October fateful day

Mist is in the trees
Stone sweats with the dew
The morning sunrise red before the blue

Hanging at the mast
Waiting for command
His majesty’s airship
The R101

She’s the biggest vessel built by man
A giant of the skies
For all you unbelievers
The titanic fits inside

Drum rolled tight her canvas skin
Silvered in the sun
Never tested with the fury
With a beating yet to come
The fury yet to come

In the gathering gloom
The storm rising in the west
The coxswain stared
Into the plunging weather glass

We must go now
We must take our chance with fate
We must go now
For a politician, he can’t be late

The airship crew awake for thirty hours at full stretch
But the ship is in their backbone
Every sinew every inch

She never flew at full speed
A trial never done
Her fragile outer cover
Her achilles would become
An achilles yet to come

Sailors of the sky
A hardened breed
Loyal to the king and an airship creed

The engines drum
The telegraph sounds
Release the cords
That bind us to the ground

Said the coxswain "Sir, she’s heavy"
"She’ll never make the flight"
Said the captain "Damn the cargo"
"We’ll be on our way tonight"

Groundlings cheered in wonder
As she backed off from the mast
Baptizing them her water
From the ballast fore and aft
Now she slips into our past

Fighting the wind as it rolls you
Feeling the diesels that push you along
Watching the channel below you
Lower and lower into the night

Lights are passing below you
Northern france asleep in their beds
Storm is raging around you
A million to one that’s what he sad

Reaper standing beside you
Wind his scythe cuts to the bone
Panic to make a decision
Experienced men asleep in their graves

Her cover is ripped and she’s drowning
Rain is flooding into the hull
Bleeding to death and she’s falling
Lifting gas is draining away

"We’re down lads” came the cry
Bow plunging from the sky
Three thousand horses silent
As the ship began to die

The flares to guide her path
Ignited at the last
The empire of the clouds
Just ashes in our past
Just ashes at the last

Here lie their dreams
As I stand in the sun
On the ground where they built
And the engines they run

To the moon and the stars
Now what have we done
Oh the dreamers may die
But the dreams live on
Dreams live on
Dreams live on...

Now a shadow on a hill
The angel of the east
The empire of the clouds
May rest in peace

And in a country churchyard
Laid head to the mast
Eight and forty souls
Who came to die in France
Para cavalgar a tempestade, para um império nas nuvens
Para cavalgar a tempestade, eles subiram a bordo de seu fantasma prateado
Para cavalgar a tempestade, para um reino que virá
Para cavalgar a tempestade, e dane-se o resto, esquecimento

Realeza e dignitários, conhaque e charutos
Gigante Dama Cinzenta dos Céus
Você acolhe a todos em seus braços

A milionésima chance, eles riram
De derrubar o dirigível de Sua Majestade
Para a Índia, eles dizem, tapete mágico, vá voando
Em um funesto dia de Outubro

A névoa nas árvores
As pedras suam com o orvalho
O nascer do sol, vermelho antes do azul

Pendurado no mastro
Esperando pelo comando
A aeronave de Sua Majestade
O R101

É a maior embarcação feita pelo homem
Um gigante dos céus
Para todos os incrédulos
O Titanic cabe dentro

Rufem os tambores, apertem sua pele de lona
Prateada no sol
Nunca testada com a fúria
Com a surra que estava por vir
A fúria que estava por vir

Reunidos na penumbra
Uma tempestade se levantando a oeste
O timoneiro observou
Em seu equipamento de previsão do tempo

Temos que ir agora
Temos que arriscar nossa chance com o destino
Temos que ir agora
Por um político, ele não pode se atrasar

A tripulação da nave, acordada por trinta horas de trabalho seguido
Mas a nave está em seu sangue
Cada músculo, cada polegada

Ela nunca voou a toda velocidade
Um teste nunca realizado
Sua frágil cobertura externa
Seu aquiles se tornaria
Um aquiles que ainda viria

Marinheiros do céu
Uma guarnição endurecida
Leais ao rei e ao credo de uma aeronave

Os motores batem
O telégrafo soa
Soltem as cordas
Que nos prendem ao chão

Disse o timoneiro "senhor, ela é pesada"
"Ela nunca fará este voo"
Disse o capitão "dane-se a carga"
"Seguiremos nosso caminho esta noite"

As pessoas em terra exclamaram, maravilhadas
Enquanto ela se afastava do mastro
Batizando-se em sua água
De seu lastro, da frente para trás
Agora, ela escorrega para dentro de nosso passado

Lutando contra o vento enquanto ele te assola
Sentindo os motores a diesel que te empurram para frente
Vendo o canal abaixo de você
Mais e mais baixo dentro da noite

As luzes estão passando abaixo de você
O norte da França dormindo em suas camas
A tempestade está rugindo ao seu redor
Um milhão para uma é o que ele disse

O ceifador está parado ao seu lado
Com sua foice, corta até os ossos
O pânico de tomar uma decisão
Homens experientes dormem em seus túmulos

Sua cobertura está rasgada e ela está se afogando
A chuva está inundando o corpo da nave
Sangrando até a morte e ela está caindo
Gás flutuador está se esgotando

"Estamos perdidos, companheiros", veio o lamento
Mergulhando numa curva vindos do céu
Três mil cavalos silenciaram-se
Enquanto a nave começava a morrer

As chamas para guiar seu caminho
Acesas no fim
O Império das Nuvens
Apenas cinzas em nosso passado
Apenas cinzas, no final

Aqui jazem os sonhos
Enquanto estou parado embaixo do sol
Na terra onde eles foram construídos
E o motores realmente funcionaram

Para a lua e para as estrelas
Agora, o que foi que nós fizemos?
Oh, os sonhadores podem ter morrido
Mas os sonhos continuam vivos
Os sonhos continuam vivos
Os sonhos continuam vivos

Agora uma sombra na colina
O anjo do leste
O Império das Nuvens
Descansa em paz

E em um cemitério pequeno, na igreja
Deitados de frente para o mastro
Quarenta e oito almas
Que vieram a morrer na França
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