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Bruce Dickinson: "a música é mais importante que as regras da China"



O Iron Maiden se apresentou na China com uma série de restrições impostas pelo governo chinês. A banda foi proibida de usar pirotecnia e efeitos de fumaça, jogar objetos para o público, falar palavrões durante o show, usar a bandeira britânica durante a música The Trooper e tiveram inclusive que mudar a letra da clássica Powerslave: “Tell me why I had to be a Wicker Man”, ou teria sido weacker? O Eddie apareceu sem problemas, mas Bruce Dickinson não podia arrancar seu coração.

Além disso, aos fãs não era permitido tirar fotos ou fazer vídeos do show - uma regra que foi claramente desrespeitada com o incentivo de Bruce Dickinson em Shanghai: "Eles disseram 'nada de câmeras'. E eu me importo? Todo mundo, pegue sua câmera favorita e tirem fotos".

Apesar das restrições, Bruce não perdeu a oportunidade de comentar o assunto: "É muito bom estar na China. Nós destruímos em Beijing, e nós pensamos 'aquilo foi sério', eles tinham uma série de regras a serem seguidas, e tínhamos muita coisa a ser submetida a elas, não fizemos nenhum juramento. Não podemos fazer isso. Vejam se vocês podem adivinhar depois o que é. Nós não damos a menor bola pra isso, pois a coisa mais importante é a música. O mais importante é que estamos aqui e vocês estão aqui! Vamos ter uma noite incrível. Aonde estivemos antes, tivemos ótimas fotos dos efeitos de fogo, gelo seco e fumaça, isso é uma vergonha, não podemos trazer isso a vocês? Mas na próxima vez, nós teremos uma palavra a respeito disso tudo, da próxima vez, pois voltaremos à China!"

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